30 março, 2014

Eu duvido










Eu duvido.
Duvido que você não chame meu nome quando você sente falta de alguém, duvido que não sinta falta do meu carinho sempre tão sincero, falta de me contar como foi seu dia, as histórias da sua vida que sempre foram pra mim melhor do que qualquer novela. Duvido que você não me procure nas biscates que você pega por aí, sempre tão vazias. Vazias igual a sua liberdade idiota que nunca te serviu pra porra nenhuma. Talvez esse seja o nosso problema, eu sou completa demais pra sua vidinha mais ou menos.
Eu sinto, eu penso, eu falo, eu te conheço, isso te assusta né? “Tô invadindo seu espaço? Desculpa.” Essa fui eu, durante todo esse tempo, me desculpando por que mesmo? Me diminui pra você ficar maior, pra você não me perceber entrando na sua vida. Se você pudesse sentir o quanto isso dói você quem iria se desculpar. Eu queria ligar pra você, e te falar sem pausas tudo que eu ensaio toda vez que você me magoa, mas nunca digo pra não te magoar, afinal você não me faz mal por mal, e talvez esse seja o pior mal que se possa fazer a alguém, tão natural. Bobagem, como se algum ensaio no mundo fosse me deixar firme depois do seu ‘alô’. Então é isso, tô te escrevendo!
Sempre fui mais segura com as palavras. Tô te escrevendo pra talvez um dia te enviar, mas to escrevendo. E não é sobre você dessa vez, é sobre mim. Sobre o quanto eu sou boa, igual a mim tá difícil meu bem! Sobre como eu não preciso usar cinco centímetros de saia e um decote no umbigo pra ser mulher. Sobre como, ainda assim, só eu sei fazer de você um homem. Sobre muitas coisas, mas principalmente, sobre quantos homens eu poderia estar saindo nesse exato minuto.
Não é com você, é comigo sabe? Por exemplo, EU te idealizo nesse momento como o melhor, não que você seja. Acho legal você brincar com a sorte, mas se eu fosse você não teria tanta certeza da minha posse assim! Talvez ninguém tenha te avisado ainda, então desculpa se eu vou te dar essa notícia sem te preparar antes, mas a porra do mundo não gira em torno do seu umbigo! Ficou chocado? Acontece.
Só queria te dá um conselho, em nome da nossa amizade e meu carinho por você, tira uma mão da liberdade e segura um terço. Fica assim, agarrado nas duas coisas sabe? E reza, reza muito pra não aparecer ninguém que mexa comigo enquanto você fica brincando de não saber o que quer. Porque eu sou amor, e ainda que não seja o seu, essa é a minha essência ! E você não deve acreditar muito nessa ideia, pelas tantas vezes que eu quase fui, mas um dia eu vou.. Sempre foi assim!
Mas deixa eu te contar um segredo: Se eu for, eu não volto.

Tati Bernadi

.


Não consigo escrever sem sofrer um pouco (...) Escrever não é muito simples, não é assim: você senta, põe o papel na máquina e escreve. Às vezes não vem nada. Outras vem confusamente. Só depois de escrever três ou quatro laudas aparece uma frase – e essa frase é a coisa, o resto não interessa.
Caio Fernando de Abreu 

21 março, 2014

Flash Back



Vez ou outra eu topo com um ex-namorado meu, não que tenha sido muitos, ao contrário, poucos e raros, mas ainda mantenho contato com todos eles, os poucos e raros, tentando ser moderninha e viver tipo “Ok, não deu certo, vamos ser amigos, sem mágoas”.
Dai, também, ás vezes um deles me convida para sair junto com um grupo de amigos ou sozinhos. Vez ou outra aceito, vez ou outra digo “Não posso, irei viajar. Não posso estou com cólica. Não posso estou cansada. Não posso estou ocupada com os trabalhos universitários. Não posso, parei de beber. Não posso, estou terminando um romance”.
Mas, muitas vezes eu aceito o convite e vou ao encontro deles só para saber como estão, e para me mostrar, como eu realmente sou, engraçada e louca. Já posso ser engraçada e louca com eles, não são mais os meus namorados, não estou mais apaixonada por eles. Não travo mais na presença deles, porque a paixão, sei lá, a paixão me trava e eu acabo não sendo realmente quem sou para eles que acabam conhecendo uma mulher que não sou eu.
Eu sou engraçada, mas nunca fiz um namorado meu rir porque a paixão não me deixa contar piadas. Eu sou louca, mas nunca fiz qualquer loucurinha com um namorado meu porque a paixão me trava. Muitos homens aparecem, mas para poucos me mostro.
Posso ficar horas aqui tentando explicar a vocês que, todos eles tem um resto perdido e solitário de mim.
Mas daí ele chegou, desceu do carro, atravessou a rua com as mãos no bolso da calça. Barba recém-feita. Usando uma daquelas camisas que viraram modinha com estampas de símbolos de Super Heróis e me convida para jantar no restaurante onde  terminamos e, porque sabe ser piadista exatamente do jeito que combina comigo, explica detalhadamente onde é o lugar como se eu não lembrasse dele, ainda não perdi a memória.
Eu te rebato com uma ironia meio piadista e você insinua que mudei. Não mudei, eu sou assim, só não me mostrei inteira para você.
E você tenta novamente me explicar porque não deu certo. Falou da minha doçura e da minha inquietude. Falou da minha amargura paranoica, do quanto odiava quando eu era dramática e tentava extrair mais e mais e mais do seu peito protegido pelas várias camisas de super heróis e, por fim, me disse “Nossa, você mudou”.
E eu te disse “Mas é claro que mudei, não tenho mais dezoito anos, ninguém para no tempo” e tentei te explicar porque não foi amor. Mas você não compreende o que eu tentei te explicar, porque agora eu uso umas palavras difíceis e meu vocabulário é muito diferente do que era a três ou quatro anos atrás.
Você ainda escreve? Eu ainda lembro daquela carta enorme que você me enviou.
Ah, escrevo, escrevo sim e muito.

E quando sair daqui e chegar em casa irei escrever um texto sobre quando eu te vi atravessando a rua com as mãos frias dentro do bolso da calça e no último segundo do sinal fechado, eu só queria parar de ser moderninha abrir a porta do carro e correr para casa minutos depois de te matar para sempre.  

20 março, 2014

.


Só que aí eu acabei mudando. E foi mudança aos poucos, porque até hoje me dou conta de coisas minhas que já não estão mais lá e, quem roubou, eu jamais vou saber. O sorriso mudou e a vontade de sorrir pra qualquer pessoa também, graças a Deus.
Foi por sorrir tanto de graça que eu paguei tão caro por todas as coisas que me aconteceram. Às vezes me pego olhando ao meu redor e vendo tanta menina parecida comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo de peles secas. Tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica.
E eu sei que, talvez, eu tivesse que ficar triste. Talvez eu tivesse que continuar secando lágrimas, abraçando o vento e rindo no vácuo, mas o fato é que eu não consigo. Eu não consigo mais ser triste só para mostrar que um dia eu fui – ou achei que tivesse sido- feliz.
Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queria muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer.

Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.

19 março, 2014

Amor?



Na manhã em que o amor morreu acordei com dor de cabeça por falta de sono. Eu estava um lixo, cabelo desgrenhado, rosto amassado, olheiras profundas. Peguei o celular embaixo do travesseiro, minha mão tremeu e ele caiu no chão. O número trinta gritava na tela, o trinta sempre aparecia quando você me enviava uma mensagem, deve ser por isso que odeio o 3 e 0 juntos. Fiquei com receio de ler a mensagem, mas sem saber como, expliquei para mim mesma que finalmente tinha chegado a hora do fim. The End. Game over, baby!
A mensagem continha letras, virgulas, símbolos, verbos que burlavam dores impessoais no meu peito. Tudo bem, eu conseguiria lidar com aquilo, já havia lidado tantas outras vezes, conhecia os sintomas do fim decorados como versos de um poema sem rimas.
Na manhã que o amor morreu conversei com um estranho, ele disse que era melhor que a gente não se visse mais “Cada um segue a sua vida, ok?” OK, VAI PELA DIREITA QUE EU VOU PELA ESQUERDA. Eu nem te amava, mas tive que chorar, chorei o dia toda, a semana toda, o mês todo, o ano todo. Eu nem te amava, mas relia as suas cartas, fuçava as suas redes sociais. Eu nem te amava, mas doeu tanto, tanto que eu preferia cortar os meus pulsos a sair na rua para ver o sol. Eu nem te amava, mas tive que quebrar o frasco do perfume que você me presenteou, queimar suas cartas e fotos para que nenhuma lembrança sua voltasse a minha mente perturbada.
Na manhã em que o amor morreu descobri que no final do jogo é tudo a mesma merda, com amor ou sem amor. Eu nem te amava, mas se eu um dia eu te encontrar por acaso o meu coração vai disparar minutos antes da indiferença chegar.
O amor que não era amor acabou em outubro, caiu do galho como a folha de uma árvore no outono. Fiquei com preguiça de sofrer pelo o que não era amor e matei qualquer saudadezinha que crescesse no meu peito.
Eu nem te amava, mas namorei com você porque a vida é uma grande piada, nunca ficamos com quem realmente amamos, apenas com a cópia dele.



18 março, 2014

.

Para ouvir


Alter Bridger


Alter Bridge é um supergrupo de metal alternativo /post-grunge dos Estados Unidos, formado em 2004 a partir da pausa da banda Creed. O nome faz referência a uma ponte na cidade natal do líder/guitarrista, Mark Tremonti, lugar que era sempre proibido de ir por sua mãe, fazendo alusão então a ir além dos limites impostos, tomar um outro rumo.
Os até então integrantes do Creed Mark Tremonti (guitarrista) e Scott Phillips (baterista) juntaram-se a seu antigo companheiro, o baixista Brian Marshall, e com Myles Kennedy, ex-vocalista do The Mayfield Four para formar o Alter Bridge.

                                                                               Minha música favorita *-*


17 março, 2014

" Se em certa altura
Tivesse voltado para a esquerda em vez da direita;
Se em certo momento
Tivesse dito sim em vez de não ou não em vez de sim;
Se em certa conversa
Tivesse dito as frases que só agora, no meio do sono elaboro –
Se tudo isso tivesse sido assim,
Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro
Seria insensivelmente outro também.”
Fernando Pessoa ― Poesias de Álvaro de Campos



14 março, 2014




Sei que amor não se pendura
mas é preciso deixar ao sol o coração 
para que seque 
que escorra 
para que não morra 
não mofe em gaveta escura. 

André Gonçalves

09 março, 2014

Doze filmes do Johnny Depp que você deve assistir. 1º parte.


Para mim Johnny Depp é um dos maiores nomes de Hollywood, um grande ator e produtor cinematográfico, além de ser um gato. Com charme e excentricidade ele conseguiu conquistar milhares de fãs em todo o mundo. Sua atuação nas telas do cinema é sempre impecável. Adoro todos os filmes dele, por isso resolvi fazer essa lista com os que mais gosto.

Edward Scissorhands (br: Edward Mãos-de-Tesoura) 

Esse foi o primeiro filme que assisti do Johnny Depp, ainda na infância quando Edward mãos de tesoura era exibido na seção da tarde pelo canal de TV Rede Globo. O personagem de Depp nesse filme foi o meu primeiro amor platônico, chegava até a sonhar com Edward ^_^




Sinopse (1991)

Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora da Avon que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor (Vincent Price) que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos, mas ele dá vazão à sua solidão interior ao podar a vegetação em forma de figuras ou esculpir lindas imagens no gelo. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

                                                                        ***
Swenney Todd – O barbeiro Deminíaco da Rua Fleet

Confesso que nesse filme o personagem de Johnny Depp deu-me calafrios. A trama é um musical com  fundo de suspense e terror. É um dos filmes que ele contracena ao lado de Helena Bonham Carter, normalmente eles trabalham juntos nos longas dirigidos pelo Tim Burton, que é marido da Helena e amigo do Johnny.





Sinopse (2008)

Benjamin Barker (Johnny Depp) passou 15 anos afastado de Londres, após ser obrigado a deixar sua esposa e sua filha. Ele retorna à cidade ávido por vingança, agora usando a alcunha de Sweeney Todd. Logo ele decide ir à sua antiga barbearia, agora transformada em uma loja de fachada para vender as tortas feitas pela sra. Lovett (Helena Bonham Carter). Com o apoio dela Todd volta a trabalhar como barbeiro, numa sala acima da loja. Porém o grande objetivo de Todd é se vingar do juiz Turpin (Alan Rickman), que o enviou para a Austrália sob falsas acusações para que pudesse roubar sua mulher Lucy (Laura Michelle Kelly) e sua filha.
                                                                         ***
A lenda do Cavaleiro sem cabeça

Meu professor da universidade que me recomendou esse filme, da típica lenda do folclore americano. Adorei esse filme como todos do Johnny Depp “Todo o desenrolar do roteiro foi muito bem elaborado. O senso de mistério, sobrenatural e o caráter negro fica claro no filme. Possui o selo Tim Burton de qualidade”.



                                                                   
                                                                        Sinopse (2000)
Em 1799, uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. Para investigar o caso é chamado o detetive nova-iorquino Ichabod Crane (Johnny Depp), um excêntrico e determinado oficial de polícia com um jeito avant-garde de solucionar crimes. Os métodos investigativos de Ichabod serão postos à prova neste caso, que envolve um ser sobrenatural que pode ser o causador de todos os crimes.
                                                                           ***
Don Juan DeMarco

Ninguém melhor para interpretar o famoso Don Juan do que o Johnny Depp. Esse foi o segundo filme que assisti dele. Esse longa metragem é poético, que encanta a quem assiste com os diálogos e a beleza de Depp. 


                                                                     Sinopse (!995)

Um homem de 21 anos (Johnny Depp) dizendo ser o famoso amante Don Juan vai até Nova York para encontrar seu amor perdido, mas, sentindo que não alcançará seu objetivo, tenta se matar. Porém, um psiquiatra (Marlon Brando) consegue convencê-lo a mudar de idéia e começa a tratá-lo. Entretanto, o paciente possui um romantismo irrecuperável e contagioso, que começa a influenciar o comportamento do médico.
                                                                            ***

Piratas do Caribe

Não poderia faltar a saga de aventura e fantasias dos filmes Piratas do Caribe. O famoso Capitão Jack Sparrow, para mim é o personagem mais engraçado já interpretado por Depp. Adoro todos os filmes dessa sequência, e já aguardando ansiosa o 5º filme da série previsto para estrear no ano de 2015. 


                                                                                  Sinopse (2003, 2006, 2007, 2011)

Em pleno século XVII, o pirata Jack Sparrow (Johnny Depp) tem seu navio saqueado e roubado pelo capitão Barbossa (Geoffrey Rush) e sua tripulação. Com o navio de Sparrow, Barbossa invade e saqueia a cidade de Port Royal, levando consigo Elizabeth Swann (Keira Knightley), a filha do governador (Jonathan Pryce). Decidido a recuperar sua embarcação, Sparrow recebe a ajuda de Will Turner (Orlando Bloom), um grande amigo de Elizabeth que parte em seu encalço. Porém, o que ambos não sabem é que o Pérola Negra, navio de Barbossa, foi atingido por uma terrível maldição que faz com que eles naveguem eternamente pelos oceanos e se transformem em esqueletos à noite.

                                                                                   ***
Em busca da terra do nunca.

Esse filme é simplesmente encantador e emocionante. Conta a história de Sir James Matthew Barrie, autor do livro Peter Pan. Confesso que chorei no decorrer das cenas.


Sinopse (2004)

J.M. Barrie (Johnny Depp) é um bem-sucedido autor de peças teatrais, que apesar da fama que possui está enfrentando problemas com seu trabalho mais recente, que não foi bem recebido pelo público. Em busca de inspiração para uma nova peça, Barrie a encontra ao fazer sua caminhada diária pelos jardins Kensington, em Londres. É lá que ele conhece a família Davies, formada por Sylvia (Kate Winslet), que enviuvou recentemente, e seus quatro filhos. Barrie logo se torna amigo da família, ensinando às crianças alguns truques e criando histórias fantásticas para eles, envolvendo castelos, reis, piratas, vaqueiros e naufrágios. Inspirado por esta convivência, Barrie cria seu trabalho de maior sucesso: Peter Pan.

E com esse filme encerro a primeira parte da postagem :)













05 março, 2014

The End


Vou começar a excluir um monte de gente da minha vida, e sem um pingo de remorso. Vou parar de passar a mão na cabeça de quem  diz ser meu amigo mas só me procura na hora do “Estou precisando de ajuda”. A verdade é que, quem gosta de viver ao lado de uma pessoa que conhece a anos e ela simplesmente te coloca de lado? Ninguém gosta de ser procurado somente na hora do aperreio. O que estou tentando dizer é que amizade deveria ser igual a namoro “uma coisa do tipo: querida, vamos terminar... Acho muito digno. E até saudável. Afinal, se quase nada é eterno, quem disse que amizades não podem chegar ao fim?
Vou começar a medir minha real importância na vida das pessoas, ou melhor, a delas na minha. Na verdade já faço isso, já deixei passar tantas coisas, momentos e atitudes que me magoaram profundamente. Chega! Não vou querer mais viver ao lado de gente que não me dar carinho, que faz menos por mim, enquanto eu faço mais por ela.
Como diz a Fernanda Mello “Eu sempre fui boazinha, admito. Mas... EU FUI. Agora, acreditem ou não, não sou mais. E não vou tolerar ninguém que me faça ter sentimentos que não sejam incríveis. É uma questão de respeito com a minha própria vida. E comigo mesma. Não quero. Não posso. Não vou. E, se insistir, eu vou botar pra quebrar, despejar cada palavra dura, doa a quem doer. Estão com medo? (Eu estaria). Cansei de cobranças, chantagens emocionais, meu coração antes mole ficou forte, imaginem só! 4 séries de 8 durante anos e anos.... (Me entendem?)”

Então pra você que acha que eu sou a mesma boba de sempre (que escuta, releva e põe panos quentes), um aviso: tome cuidado comigo. Porque agora que eu sei o que me é caro, não vou mais deixar barato. Chega de ser a primeira que diz Oi, que abraça. ! Não vou mais me doar em excesso, acabou querida, acabou! 


01 março, 2014

5 coisas que aprendi com o seriado Friends


1) A amizade é o bem mais valioso que alguém pode ter
FRIENDS tem de tudo um pouco: comédia, drama, romance, família… mas o foco principal da série é sobre o sentimento mais precioso que existe: a amizade. É incontestável e mensagem que a série passa de que a amizade é um bem extremamente valioso e fundamental para a felicidade. Tente imaginar esses seis amigos sendo felizes separados. Não dá! Assim como a vida de qualquer um sem a presença de amigos não é tão boa como poderia ser se tivesse ao seu lado alguns bons companheiros. Amigos de verdade estão ali para absolutamente tudo: rir, chorar, dar conselhos, apoiar, compartilhar momentos bons e ruins, perdoar, dizer a verdade, passar vergonha, dividir histórias e viver loucuras. Ou seja, quem tem amigos tem tudo o que precisa para ser feliz.
2) O amor só funciona se existir amizade
Todos os personagens passaram por vários relacionamentos, mas, no final, ficaram juntos aqueles que eram, antes de namorados, grandes amigos. Isso porque, além do amor, para um relacionamento dar certo é preciso que exista também cumplicidade, afinidade, sinceridade, bom humor, companheirismo e liberdade de ser quem você é, e essas são as principais características da amizade.
amizade e amor ross e rachel
3) Sempre que uma amizade valer a pena, faça as pazes
Amigos de verdade brigam! Seja porque as manias do outro irritam, por divergência de opiniões ou por erros cometidos, até porque todos somos seres humanos e temos manias, opiniões e cometemos erros. Em FRIENDS há várias situações que poderiam ter acabado com a amizade dos seis personagens, mas eles sempre são capazes de perdoar e fica claro para quem assiste que nenhum problema poderia ser mais importante do que a relação que existe entre eles. Quantos amigos já perdemos porque demos mais importância a um simples desentendimento que poderia ter solução do que à amizade verdadeira que nos trouxe tantas coisas boas?

4) Ser ridículo é ser feliz!
Existe alguém melhor que a Phoebe para representar a ideia de que ser ridículo e ser feliz são sinônimos? Todo mundo tem algo de estranho, engraçado e bizarro dentro de si, mas muitos preferem esconder porque acham que chamariam a atenção dos outros de forma negativa. Com isso, perdem a chance de serem autenticamente felizes. FRIENDS mostra que ser você mesmo, por mais fora do padrão que seja, é a maneira mais simples de ser feliz. Portanto, se você dança estranho como o Chandler, não deixe de dançar por isso. Assim como Ross, declare-se para quem você ama mesmo sem saber se é recíproco. Escreva letras de músicas loucas como a Phoebe – e cante em público se der vontade! Encha o cabelo de tererês como fez a Mônica, arrisque-se a falar francês como o Joey e jogue futebol mesmo sendo péssimo como a Rachel!
seja ridiculo phoebe
Stephania Gomes, faço das palavras dela as minhas. 


Não sei nem mais dizer
O que sinto por você...
Se é amor...
Se é amizade...
Se é paixão...
Mas suspeito fortemente
Que seja tudo isso junto!















Mulheres que se casam com melhores amigos ou paixões da escola vivem mais, e as chances do relacionamento acabar são menores


                                                                     O amor só funciona se existir amizade


Segundo Stephanie Gomes.
Além do amor, para um relacionamento dar certo é preciso que exista também cumplicidade, afinidade, sinceridade, bom humor, companheirismo e liberdade de ser quem você é, e essas são as principais características da amizade.

O ruim desse lance é que você pode sofrer vivendo um amor platônico, se apaixonar por um amigo (a) é algo muito delicado e complicado.