13 fevereiro, 2014

A menina que roubava livros

·        

       Direção: Brian Percival
·         Elenco: Geoffrey RushEmily WatsonSophie Nélisse.
·         Ano: 2014
·         Duração: 2h11m
·         País: EUA, Alemanha

·         Genêro: Drama











Sinopse:
Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger (Sophie Nélisse) sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo (Geoffrey Rush), ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um homem judeu (Ben Schnetzer) que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não está lendo ou estudando, ela realiza algumas tarefas para a mãe (Emily Watson) e brinca com a amigo Rudy (Nico Liersch)


Para iniciar confesso que fiquei meio na dúvida se assistia ao filme ou não. Sou daquelas pessoas que enjoam um livro que nunca leu, ou um filme do qual nunca assistiu só de ouvir as pessoas falam demais sobre ele. Desde o ano de 2007 quando o livro foi lançado ouvi da boca de todos os meus conhecidos que o livro era magnifico, mas mesmo assim não sentir vontade de lê-lo por causa desse Blá, Blá, Blá alheio. Mas resolvi dá a oportunidade ao filme, tendo em vista que a maioria das obras que li vieram a despertar o meu interesse depois que assisti as suas adaptações para o cinema.


Confesso que a trama é muito interessante e emocionante, até chorei na cena onde Emily Watson senta na cama e toca o acordeão do seu marido Hans Hubermann após ele partir para a guerra. Outra cena que me emocionou foi quando Liesel implora que seu amiguinho Rudy não morra. Após terem sido alvos de um bombardeamento o garoto tem poucos minutos restantes de vida, Liesel o beija e chora sua morte em seu peito.


A fotografia do filme é magnifica, a presença da cor branca expressa a frieza, os tons escuros que aparecem sempre misturados ao vermelho ou ao laranja para simbolizarem o fogo.


Não li o livro então não posso fazer uma comparação da adaptação à obra, mas o que posso dizer é que gostei do filme principalmente pelo fato dele mostrar como  a escrita e a leitura (o conhecimento)  mudam a vida de uma pessoa. 





















Nenhum comentário:

Postar um comentário